Tratamento com ozonioterapia para mal de Parkinson e Alzheimer

O tratamento de ozonioterapia é um tratamento antigo, mas que voltou a discussão recentemente. Acredita-se no tratamento com ozonioterapia para Parkinson e Alzheimer, isso porque são doenças degenerativas e sem perspectivas de cura, com pouco diminuição dos sintomas e baixa qualidade de vida dos pacientes. A hipótese é que com a ozonioterapia os pacientes teriam uma melhora significativa no quadro clínico.

tratamento com ozonioterapia para Parkinson e Alzheimer

O tratamento da ozonioterapia para Parkinson e Alzheimer e outras doenças vem sendo bastante discutido em vários países pelos profissionais da saúde, seja pelo seu benefício, sua eficácia e seus possíveis riscos.

Se você se interessou pelo assunto continue nesse artigo, vamos trazer diversas informações acerca do tema para você.

Primeiro para entender como o tratamento pode agir nas doenças vamos explicar de forma simples cada uma delas.

O que é, causas e tratamento com ozonioterapia para Parkinson e Alzheimer

Engana-se quem pensa que o nosso cérebro é responsável somente pelos nossos pensamentos, e pelo nosso raciocínio. O cérebro é responsável por todos os movimentos que fazemos, desde piscar os olhos até correr. Todos nossos atos obedecem uma ordem do sistema nervoso central, que através dos chamados, neurotransmissores, chegam até o destino final, fazendo com que nossa ação seja completada. Tudo isso em milésimos de segundos.

Parkinson e Alzheimer

Os neurônios são responsáveis por muitas coisas no nosso corpo, e cada um tem sua função. Por exemplo, os neurônios dopaminérgicos, que produzem a dopamina, agem no controle de movimentos finos e coordenados. E o que são esses movimentos?

São movimentos tão sutis que nem damos conta no nosso dia a dia, o ato de comer por exemplo, é considerado um movimento fino, isso porque requer controle do nosso músculo, não só para levar a colher/garfo até a boca, mas também para o segurar de forma estável, e conseguir colocar a quantidade de comida necessária na boca.

O mal de Parkinson se caracteriza pela destruição desses neurônios, fazendo com que falte dopamina no sistema nervoso central, e consequentemente fazendo que aja dificuldades para que o cérebro controle nossos movimentos nas atividades diárias que envolvem os movimentos finos, e coordenados.

A doença é lentamente progressiva, isso significa, que ela vai se agravando conforme o tempo vai passando. E também é degenerativa, isso é, vai comprometendo outras funções vitais.

Falando em números 7 a 10 milhões de pessoas vivem com essa doença em todo o mundo.

Qual a causa da doença de Parkinson?

Ainda não se sabe porque as células responsáveis pela dopamina morrem, e porque algumas pessoas são atingidas e as outras não. Sabe-se que para os sintomas se manifestarem é necessário que 70-80% dessas células morram.

Quais os sintomas da doença de Parkinson?: Os sintomas se relacionam com movimentos, por conta da ausência da dopamina. Esses sintomas são:

  • Tremores;
  • Rigidez;
  • Lentidão dos movimentos;
  • Instabilidade postural (risco de queda);
  • Perda da expressão facial;
  • Redução do piscar dos olhos;
  • Desenvolvimento de outras doenças (psicoses, depressão, demências).

Lembrando que os sintomas podem aparecer lentamente, e inicialmente em um só lado do corpo, conforme se agravando e chegando a fases mais avançadas problemas como pneumonia, aspirações de alimentos e dificuldades de respiração vão aparecendo. Deu para ter um panorama geral do quanto o paciente perde qualidade de vida, né?

Fatores de risco

Mesmo não identificando a causa há especulações de alguns fatores que podem aumentar a probabilidade da doença, são eles:

  • Idade (acima dos 60 anos);
  • Genética (membros da família com a doença);
  • Sexo (estima-se maior probabilidade em homens);
  • Traumas no crânio, isolados ou repetidos durante a vida.

Diagnóstico: Sempre feito pelo médico neurologista. Não há um exame específico, o médico se baseia na história clínica, no exame físico e identifica pelo menos 3 sintomas. Por isso a importância de um especialista.

Tratamento: Os tratamentos disponíveis hoje no mercado não garantem a cura. Medicamentos que tentam aumentar a dopamina no cérebro são administrados, e a prática de exercícios recomenda. Nenhum medicamento traz melhora significativa nos sintomas e nem na qualidade de vida.

Entenda o Alzheimer

A doença de Alzheimer é a demência mais comum. Entende-se por demência uma doença progressiva que atinge o funcionamento da pessoa, funcionamento esse, cognitivo, emocional e social.

O Alzheimer é progressivo, atinge cerca de 50-70% dos casos de demência, reduzem as células cerebrais em tamanho e em número, formam placas senis no espaço exterior entre os neurônios, assim impossibilitando a comunicação dentro do cérebro, e danifica as conexões cerebrais ainda existentes, que acabam morrendo e isso faz com que a pessoa tenha dificuldades em recordar e assimilar as informações.

Com o tempo afetando outras áreas cerebrais e consequentemente mais funções e capacidades.

Qual a causa da doença de Alzheimer?

Suas causas são desconhecidas. Alguns estudos indicam influências genéticas, mas nada confirmado.

Quais os sintomas do Alzheimer?

Como é uma doença progressiva os sintomas vão aparecendo conforme a doença vai se agravando, listaremos alguns deles:

  • Perda da memória (com características de anotar tudo, perguntar muitas vezes as mesmas coisas);
  • Dificuldade de planejamento;
  • Dificuldade em executar tarefas diárias que sempre fez;
  • Desorientação de tempo e espaço;
  • Problemas de linguagem (parar no meio da conversa, repetição);
  • Colocar coisas em lugares inadequados (ex: coisas de cozinha no banheiro);
  • Alterações de humor e personalidade.

O Alzheimer também faz com que o paciente desenvolva outras doenças físicas e psicológicas. E acaba com a qualidade de vida do indivíduo.

Fatores de risco: Os estudos apontam alguns fatores de risco para o desenvolvimento da doença, são eles:

  • Idade (acima dos 65 anos);
  • Traumas cranianos;
  • Genético (alguém da família com a doença);
  • Processos inflamatórios cerebrais.

Diagnóstico: O diagnóstico sempre deve ser feito por um médico neurologista. O médico baseia-se na história clínica, em testes para avaliar a memória e na exclusão de outras doenças com sintomas parecidos.

Tratamento / Ozonioterapia

A doença não tem cura. Medicamentos ajudam em alguns sintomas, mas também não agem de forma significativa, a ponto de devolver a qualidade de vida.

Visto com detalhes as duas doenças percebemos que ambas não têm cura né? E os medicamentos embora administrados não trazem o conforto adequado para o paciente. Aí que entra a ozonioterapia.

O que é ozonioterapia

A ozonioterapia consiste na introdução de uma mistura de oxigênio-ozônio, com o objetivo de aumentar a quantidade de oxigênio e ser terapêutica, o profissional que vai aplicar determina a dose adequada, há vários tipos de aplicação como: retal, intramuscular, intravenosa, puro e até mesmo misturado com o sangue

Ozonioterapia no Parkinson e no Alzheimer

A ozonioterapia é um tratamento alternativo e indicado para a melhora de diversas doenças, mas no caso das degenerativas e progressivas acreditam que a entrada do oxigênio-ozônio reverte o processo de envelhecimento, isso porque tem propriedades que agem como anti inflamatórias melhorando de forma significativa os sintomas e a qualidade de vida do portador da patologia. Somente um médico certificado pode administrar o tratamento.

Veja também:

Conclusão

Podemos perceber que são doenças bem complexas, que pela falta de cura estão sempre presentes em discussões e estudos, possíveis curas, causas e tratamentos vão surgindo dia após dias, sempre com o mesmo intuito: a melhora da qualidade de vida dos pacientes.

Esperamos que vocês tenham tido uma melhor compreensão das doenças e do tratamento com ozonioterapia para Parkinson e Alzheimer. Se você gosta de artigos com temáticas sobre saúde não deixe de acompanhar nossos artigos.

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